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3.9.18

Uma Sessão de Massagem do Som


Confesso que eu não tinha a menor ideia do que eram taças tibetanas, e muito menos o que significava exatamente uma 'massagem do som'. A maioria das pessoas que me conhecem concordariam que eu sou uma pessoa que tende a ser bem cética a abordagens alternativas, mesmo que eu me utilize de uma ou duas na minha vida pessoal. Mas, como tenho um grau alto de ansiedade, resolvi que não doeria muito experimentar essa terapia alternativa.

E que bom que me permiti experimentar.



Mas o que exatamente é a Massagem do Som e qual o seu objetivo? No site oficial brasileiro sobre a técnica, podemos ler o seguinte:

O Método Peter Hess® de Massagem de Som é uma técnica desenvolvida há mais de 30 anos na Alemanha, pelo engenheiro físico e pedagogo Peter Hess, que utiliza os sons e vibrações de Taças de Som Terapêuticas como meio de promover um relaxamento profundo e regenerador.
É uma massagem vibro-acústica que atua a nível celular, onde as vibrações passam pela nossa pele, epiderme, músculos, cavidades, líquidos, chegando até os nossos ossos, onde nenhuma outra massagem consegue chegar.
Na Massagem de Som Peter Hess®, as taças terapêuticas são colocadas em cima e/ou ao lado do corpo vestido da pessoa, e são tocadas suavemente por uma baqueta de madeira com a ponta de feltro ou algodão.
Os sons e as vibrações emitidas pelas taças terapêuticas Peter Hess® massageiam cada uma das nossas células, e criam um fluxo energético que percorre todo o corpo, dissolvendo bloqueios a nível físico, mental, emocional e energético. As ressonâncias criadas por essas vibrações integram as várias dimensões dos nossos corpos. Não possui nenhuma conotação religiosa.
Fonte: O que é? por Academia Peter Hess - Brasil.

Minha primeira interação com a técnica aconteceu por meio de uma palestra sobre as taças tibetanas e como essa terapia poderia ajudar a desfazer bloqueios energéticos, os quais muitas pessoas que fazem meditação culpam por ser a razão por detrás do stress, ansiedade, depressão e diversos outros males. Como eu havia começado uma jornada na meditação guiada, muito recomendada pela minha terapeuta, decidi em conjunto com uma amiga ir na palestra e saber mais sobre o assunto. E para a minha grata surpresa, fui sorteada para ter uma sessão de amostra da Massagem do Som, com o especialista que estava divulgando a técnica.  

Então lá fui eu no dia combinado, com aquele misto de expectativas e ceticismo. É engraçado porque diferentemente de diversas massagens pelas quais já passei, você não pode já chegar deitando e pronta pra relaxar. Há, antes de tudo, um questionário bem longo, e uma conversa com o especialista sobre as suas principais aflições físicas e psicológicas. É bem clara a preocupação com os efeitos da massagem, e todo um cuidado para que os efeitos sejam apenas positivos. Pessoas com condições neurológicas como a epilepsia, por exemplo, não podem fazer a massagem. Relatei minhas principais reclamações. Não tenho tantas questões físicas, mas a ansiedade era para mim o principal motor para ir em frente com a massagem.

O profissional que foi responsável pela minha experiência foi o Adenias Gonçalves. Me identifiquei logo com ele, porque como eu, ele mesmo citou como tendia a ser cético com esse tipo de coisa, e como teve que provar a massagem para entender seus benefícios. Seguimos para a maca, e fui instruída a me deitar da maneira mais confortável possível e relaxar. Os relatos de pessoas que já haviam feito a Massagem do Som quase sempre citavam que elas conseguiam relaxar a ponto de entrar quase em um estado de 'sono'. É dito que mesmo que você não consiga entrar em um relaxamento psíquico, o seu corpo físico relaxa bastante. Eu esperava ao menos isso, porque confesso que não me via conseguindo desligar a mente em apenas alguns minutos.

Ao contrário do que eu imaginava, minha mente desligou lá pela metade da massagem.


Sim, essa sou eu ainda meio desabada depois do fim da massagem.

A massagem consiste em basicamente a colocação de taças tibetanas, cada uma com sua particulariedade, em cima de pontos estratégicos do corpo. O profissional, então, bate suavemente nelas com um bastão, produzindo um som (mas as vezes, nem isso) e uma vibração. Essa vibração pode ser sentida não apenas na superfície da pele, mas também nas camadas abaixo dela. Para mim, parecia além de uma massagem física, uma massagem dentro do meu corpo. A sensação foi sempre de relaxamento, o tempo todo. Em algum momento eu apaguei, e apenas acordei com o Adenias tocando a taça chamada de 'zen', que simboliza o fim da massagem. 

Depois disso, ainda levei uns bons quinze minutos para levantar. Os músculos pareciam extremamente pesados e dormentes, mas não de uma maneira ruim. Só parecia que eu tinha tirado um cochilo depois de séculos acordada sem dormir. É no mínimo, assustador o quanto o procedimento parece simples, mas ao mesmo tempo tem efeitos absurdos. Adenias havia me dito que a vibração durava alguns dias e eu poderia sentir efeitos sutis no meu dia-a-dia, e para ficar atenta a essas mudanças. Para mim, foi bem óbvio. Fiz a massagem a três dias, mas meu sono tem sido bem mais profundo que antes (eu tendia a despertar por qualquer coisa, e ao acordar, ainda estava exausta), e consigo até mesmo acordar mais cedo do que antes. 

Valeu a pena? Sim, demais. É uma daquelas coisas que você se pergunta como não é mais conhecida pelas pessoas, se tem um impacto tão positivo. Eu pretendo voltar a fazer em um futuro próximo.

Se você quiser saber mais, visite o site brasileiro de Massagem do Som, o site oficial do criador da técnica Peter Hess; ou entre em contato com o Adenias, o profissional incrível que pode me oferecer essa oportunidade (whatsapp: 21-969121170).

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